O conflito entre carro e moto continua na cidade. No bairro Adolfo Penholato, um cachorro teria provocado a colisão entre uma motocicleta e um automóvel. O acidente ocorreu na sexta-feira, 20, por volta das 22h, na rua Felipe Caran. O motociclista sofreu lesões leves. O motoboy Sidnei Aparecido de Souza, 20, pilotava uma Honda Tornado vermelha, ano 2003, placa GBR 6101, que, segundo ele, pertence a seu pai, Joaquim Garcia de Souza. O operário Bruno César Bavieira, 18, dirigia um VW-Gol bege, ano 1990, placa BLD 8830, trafegando pela rua Felipe Caran, como quem fosse do Central Park para o bairro Altino Arantes, quando se aproximou de Sidnei, que vinha, na moto, em sentido contrário. O motoboy disse à polícia que um cachorro entrou na frente da motocicleta e, para não atropelar o animal, ele acabou desviando à esquerda e foi bater frontalmente contra a dianteira do Gol de Bruno. A colisão foi um pouco forte. O motociclista bateu contra o pára-brisa e caiu no chão. Foi levado ao hospital, mas, graças a Deus, não se feriu gravemente. Os veículos sofreram danos significativos.
No Castelo
No bairro Castelo, um Opala, ao tentar virar pela esquina, teria fechado a trajetória de uma motocicleta que vinha logo atrás. O acidente ocorreu no sábado, 21, por volta das 22h, no cruzamento da avenida Doutor Amador de Barros, com a rua Padre Claret. O motociclista sofreu lesões sérias, mas não graves. O auxiliar de manutenção Walter Rodrigo Alves, 19, dirigia o seu Opala branco, ano 1977, placa BHC 7229, subindo pela Amador de Barros. Logo atrás, vinha o jovem David Eduardo Pavão, 22, pilotando sua Titan cor verde, ano 2002, placa DFD 9473. De acordo com as declarações de Walter à polícia, ao aproximar-se da esquina, ele deu seta sinalizando para a direita, e virou. Mas o motociclista vinha ultrapassando pela direita, correndo muito, e aí já se sabe o que aconteceu. Ele bateu na porta direita do Opala escorreu pelo pára-lama, e foi parar no chão, alguns metros à frente, gemendo de dor. A ambulância da prefeitura transportou David até ao Hospital Major Antônio Cândido, onde ele foi medicado e ficou um tempo em observação.